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Serie: As Excelências de Cristo por Victor Vieira

· Victor Vieira,ABaseOrg,Igreja Na Cidade

Referência base: Filipenses 3; 7 e 8 / Os evangelhos

O estudo de Cristologia não é um questionamento do Seu amor, mas sim da profundidade desse amor e da intencionalidade de ir cada vez mais fundo, tal qual como Cristo demonstrou ao longo de toda sua vida. De forma específica em um aspecto de sua Vida: A Cruz.

“Jesus nasceu para morrer”. Desde a sua primeira aparição para o povo de Israel, ficou claro –

através da fala de João Batista – que o seu sangue ia correr como o de um cordeiro. ESSA É A MANIFESTAÇÃO MÁXIMA DA GLÓRIA DO PAI.

Os evangelhos estão centrados na Paixão de Cristo. O cristianismo não está centrado em

argumentos filosóficos ou teológicos bem fundamentados. Mas sim no desejo de Deus em se entregar pela remissão dos pecados.

Este é um relato do auge vida de Jesus, um Deus que tem seu ápice na morte na cruz.

Uma intencionalidade altamente ofensiva e constrangedora, para quem não responde da

mesma forma. Maria, irmã de Lázaro, derrama perfume ao pés de Jesus. Aquela adolescente derramou a herança da sua avida. Ela derramou tudo. Cristo pensa: “É por esse tipo de amor que quero morrer naquela cruz.” Este é o início da paixão de Cristo.

Judas vendeu Cristo pelo preço de um escravo. Ele foi vendido pelo preço de um qualquer ao

Sinédrio, uma casa corrupta, que já planejava matá-lo desde a ressurreição de Lázaro, pois algumas pessoas passaram a acreditar que ele era o Messias.

No domingo ele entrou com um jumento em Jerusalém. Nada triunfal diante dos homens.

Não era o Rei político, que eles esperavam – e como um dia virá a ser – mas deixava claro que era o Rei de Israel, cumprindo a profecia de Zacarias. Essa entrada triunfal Nos diz: Ele é humilde e manso.

Jesus ministra o sermão contido em Mateus 23, 24, 25, onde ele fala a respeito dos últimos

dias, a respeito do seu retorno. “Não vou beber vinho, até que bebamos juntos na casa do

meu pai.” Ele faz um voto diante dos seus discípulos para honrá-los. (Mateus 26: 29)

Cristo canta junto com os discípulos. Há momentos em que as palavras não fazem mais

sentido. Não havia mais palavras para explicar ou convence-los de algo. Mas cantar músicas de

adoração é a linguagem do céu.

Eles vão orar no Getsêmani. Jesus manifesta seu DESEJO PELA NOSSA PRESENÇA, para que

estejamos com Ele e vejamos Sua Glória (João 17; 24). Jesus Cristo transpira sangue em favor

de todos aqueles que serão salvos.

Judas trai Jesus com um beijo. No evangelho de Mateus (26; 50), Jesus se refere a Judas como um

amigo.

Em uma manifestação do seu poder, Jesus fala o seu nome – O EU SOU – para os guardas que

o prendiam, e estes diante da relação da glória não se aguantam de pé e caem ao chão. Não há

dúvida, Cristo não foi morto por alguém, MAS ELE SE ENTREGOU.

Ele passou por um julgamento falso. Neste julgamento, apesar de ser dado possibilidades de

se defender Ele preferiu se manter em silêncio. Revelou a glória da sua mansidão e sua humildade.

Antes de ser crucificado Ele apanhou muito. Em seu rosto desfigurado se cumpriu a profecia

de Isaias 53;2, “não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa

aparência nele, para que o desejássemos.”

No caminho para crucificação, Cristo já completamente debilitado, extremamente dolorido, teve ajuda de Simão Cireneu, para carregar a cruz. Até nas horas mais difíceis encontra amigos.

Cristo poderia ter intervido ou tentado remediar esses processos, mas não. Ele intencionalmente e conscientemente cooperou para os planos do Pai.

Mesmo depois de seis horas crucificado, da sua boca saiu poder, graça e uma palavra

impactante. Ele não murmurou, ele não bradou por vingança. Ele revelou a grandeza da sua

majestade naquele momento.

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.

Ele manifestou a sua opção pela graça,

pelo perdoar, por possibilitar o arrependimento. Ele estendeu misericórdia.

“Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe.” (João 19:26,27).

Apesar da sua dor inimaginável na cruz, Jesus demonstrou sua preocupação com os outros.

“Hoje ainda estará comigo no paraíso”.

Mesmo numa situação desfavorável pensou na

propagar as boas novas da salvação.

“Meu Deus por que me desamparou?”

Ele teve saudade da presença do Pai. Ele sentiu falta

dos seus olhos voltados para Ele. Ele se sentou como uma pessoa se sente quando vive uma

vida de pecado deliberado, vazio.

“Tenho sede”.

Sede de justiça. Da vontade do Pai. Sede da expansão do Reino do Pai.

“Está consumado”.

Essa frase possibilitou tirar das minhas costas a minha conta do pecado. Me permitiu experimentar perdão, redenção e santidade.

“Pai, em tuas mãos entrego meu espírito”.

O véu foi rasgado, a partir disso tivemos acesso ao Lugar Secreto. Quando o véu se rasgou as pessoas puderam ver que o Santíssimo Lugar estava vazio. Tal qual a percepção que a religião é vazia e que só Cristo nos reconecta com o Pai.

Quando Ele disse essa frase, os santos ressuscitaram e a MORTE COMEÇOU SER VENCIDA.

Quem de fato matou Jesus?

 

Em uma análise natural: Judas O-vendeu, os anciões o entregaram, Pilatos, etc...

Quem de fato matou Jesus?

Em uma análise espiritual: Jesus se entregou “Ninguém tira a minha vida. Mas dou por minha

espontânea vontade.” (João 10:15) ELE FEZ ISSO POR MINHA CAUSA.

“De fato só o homem que assumir sua parcela de culpa na morte, pode pedir sua parte na

graça”.

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